domingo, 8 de agosto de 2010

Tokyo - Ginza























Tokyo - Asakusa

^.^ Esta é para a Mónica


















O edifício preto com a cornucópia amarela foi desenhado pelo Philippe Starck e é a sede da Ashabi, uma marca de cervejas popular no país. É conhecido pelos locais como o Cagalhão Dourado.




sábado, 7 de agosto de 2010

Chinsun Inn Asakusa




Problema dos uploads resolvido!
Agora, vamos dar um pulo à baixa... depois metemos mais fotos. Para já ficam com algumas imagens da nossa casa, o hotel Chinsun Inn em Asakusa.
Se a janela abrisse totalmente tocávamos na empena no vizinho, na boa. De esguelha temos uma nesga de paisagem.
Mas não se assustem... o espaço nesta cidade é escasso e muito precioso. Todos os cantinhos são aproveitados e bem utilizados. Para entender esta cidade vamos esquecer séculos de evolução urbanística europeia, tá bem?







quinta-feira, 5 de agosto de 2010

UPLOADS


Tudo é maravilhoso menos a Internet no hotel. A ligação até parece boa (é ethernet LAN e é reencaminhada por um aparelhómetro moderno que também serve a televisão) e a velocidade, de um modo geral, nem é má, mas quando chega a parte de fazer uploads das imagens o computador não ata nem desata. Enfim... poderá ser um problema no Blogger ou no Picasa. Se assim não for, só haverá imagens noutra ocasião, talvez em Takayama, no dia 9 ou 10 :-)

Estamos verdadeiramente fascinados com tudo mas, para já, eles marcaram pontos preciosos em 2 aspectos:

1- Não há falta de palitos na restauração (e não estamos a falar dos pauzinhos para comer);
2- Eles também transpiram!!! Não foram 3, nem 4, foram centenas e centenas de japoneses com micro-toalhas de algodão a secar constantemente o rosto. Alguns, no metro, tinham uma dupla toalha que colocavam em torno do pescoço, dobrada sobre o colarinho (uma espécie de babete invertido para não manchar a camisa).

Textos soltos do Qatar

São 9:30 em Tóquio, dia 5. Vamos sair do hotel para a primeira visita diurna à cidade. Ficam aqui alguns textos soltos escritos no Qatar e no avião, aproveitando a elasticidade do nosso amigo iPod. Também dá para desenhar :)

Doha, Qatar, pouco passava das 5 da manhã quando colocámos os pés fora do avião. Àquela hora o termómetro já marcava os 36 graus centígrados. Avizinhavam-se 18 horas em sistema de poupança de energia, à espera da ligação para Tóquio.
A chegada ao Qatar prometeu algo de quente e as suspeitas revelaram-se verdadeiras. Depois de ter os passaportes carimbados com o visto turístico entrámos oficialmente na monarquia absoluta do Qatar.
Sem saber nada de nada deste país para além da existência de meia dúzia de grandes e modernos centros comerciais, uns quantos arranha-céus e um bom Museu Islâmico, apanhámos um táxi azul-bebé e fomos largados à porta do mais popular dos centros comerciais: o City Center Mall. Ainda não eram 7 da manhã e tínhamos a informação, transmitida pelo taxista, que o Mall abriria daqui a 1 hora.
A ideia do Centro Comercial não tinha nada a ver com compras, apenas queríamos um lugar fresco para repousar umas horas, depois iríamos ao museu, mais à noitinha à cidade antiga. Qualquer coisa do género.
Apesar de ainda ser manhã cedo o termómetro aproximava-se rapidamente da casa dos 40. O plano passava por dar uma vista de olhos pelos edifícios das redondezas n essa hora e picos que faltava para abrir o Centro Comercial.
A unica solução aparente para suportar o calor, dada a ausência de qualquer café ou comércio nas proximidades, foi entrar num átrio de um dos arranha-céus e esperar que a bondade do segurança fizesse o resto, e assim foi no átrio do Astad Project Management:
-Bom-dia, pode-nos informar do horário de abertura daquele grande Mall ali?
-Abre apenas às nove.
-Ah, alguma confusão existiu. O taxista garantiu-nos que às 8 estaria aberto.
-Apenas às 9, mas estejam à vontade nas cadeiras além.
-Ah, muito obrigado, e haverá algum café aberto nas proximidades? Algum estabelecimento onde possamos comprar uma garrafa de água?
-Não, apenas às 9 e no Mall. É águas o que querem?
Nesse momento levanta-se e vai às traseiras da recepção e trás-nos 2 garrafas de Água Mineral do Golfo frescas. Quanto custam? Nada, claro.
E assim estamos, no átrio do Astad Project Management à espera que o grande Mall abra as portas e a escrever isto no nosso iPod. Está um frio de rachar aqui dentro mas é preferível ao que se passa lá fora.
...
Agora estamos algures sobre a Índia, melhor, o mapa diz Islamabad. Ainda falta até lá. É a penúltima etapa antes de chegar a Tóquio. Daqui a 6 horas deveremos aterrar em Osaka e, passado 1 hora, levantaremos para Narita, o Aeroporto Internacional de Tóquio.
Mas pronto, falta despachar rapidamente o Qatar: até às 9 da manhã permanecemos imóveis no átrio do Astad Project Management a fazer algum esforço para não adormecer perante os olhares neutros das pessoas que passavam em direcção aos elevadores. Depois, às 9 horas, fomos ao tão falado Mall, tomamos café, circulámos um pouco. Quando o cansaço apertou com força comprámos bilhetes para a secção de cinema seguinte, sem olhar para o título do filme e enfiámos-nos numa sala onde dormimos 2 retemperantes horas (não nos lembra-mos do filme, pelo meio de algumas explosões que nos faziam abrir os olhos por uns segundo deu para perceber que se tratava de um filme protagonizado pelo Cuba Jr.) Depois disso, com algum cansaço arredado do corpo comemos no Mall, passeámos pelo Mall... depois, conhecidos os os cantos da casa apanhámos um táxi azul-bebé até ao Museu Islâmico. Como este se encontrava fechado, e não indo na cantiga do taxista que nos prometia levar não sei para aonde, circulámos pela cidade até ser suficiente escuro para ir para o aeroporto.